20/07/2013
13/06/2013
Reflexão da Palavra - 13 de junho de 2013
Reflexão
da Palavra – 13 de Junho de 2013.
Hoje,
é o dia de Santo Antonio de Pádua, um santo da religiosidade popular. Chamado
de Santo Casamenteiro, no entanto, seu grande trabalho foi de pregar a Palavra
de Deus e transformar os corações.
Primeira Leitura – 2Cor 3,15-4,1.3-6
Continuando
o texto bíblico, Paulo nos lembra do risco de se viver a prática da Palavra
como que tendo o coração encoberto por um véu, impossibilitando uma visão clara
das coisas e da realidade. Este véu pode ser entendido como a realidade dos
pecados e de tantas outras atitudes que nos colocam no lado escuro da vida. A
palavra praticada e vivida diariamente alimenta e ilumina nossa caminhada e nos
direciona para os lugares seguros. Colocar a vida nos caminhos da Palavra, é
fazer uma opção exigente e segura. É preciso ter coragem de meditar todos os
dias a Palavra de Deus e lança-la ao coração. Quais são os véus que você
precisa retirar para de fato enxergar o caminho da Palavra?
Evangelho – Mt 5,20-26
Um primeiro
véu que precisamos tirar, é o da injustiça. O evangelho complementa nossa
reflexão da primeira leitura. Não dá para buscar as coisas do alto, sendo que
ainda tratamos a pessoa com falta de respeito e dignidade.
Outro
véu, é o da falta de perdão. Buscamos a Deus, mas esquecemos de que todos os
dias somos chamados a reconciliação. Para aquele que pauta sua vida na Palavra,
a atitude de oferecer o perdão é o primeiro gesto. O cristão não deve ficar
esperando o outro, é ele quem primeiro toma a atitude. Esta pode ser ou não
aceita pelo outro, mas o importante é que a iniciativa foi de alguém disposto a
reconciliação. Não feche o seu coração para a reconciliação. Pense qual deve
ser sua grande atitude de hoje: esperar ou partir para gesto cristão!
Que Santo Antônio, grande pregador da Palavra interceda por nós!
12/06/2013
Reflexão da Palavra - 12 de Junho de 2013
Reflexão
da Palavra – 12 de Junho de 2013.
Primeira Leitura – 2Cor 3,4-11
Ao
refletir este texto percebemos o comparativo que Paulo faz em torno do mistério
da morte e da glória. A morte em Cristo, não é fim da existência humana, mas é
antes, expressão do amor levado até as ultimas consequências. A participação nestes
mistérios, seja da morte ou da glória, nos é dado pela graça de Deus e pela
ação do Espírito Santo. Permanecer em Cristo, é uma meta e uma busca diária.
Conduzidos pelo Santo Espírito, lutamos para fazer da nova vida uma expressão
da glória de Cristo.
Evangelho – Mt 5,17-19
Muito
pensam que Cristo veio a terra para ser um revolucionário. Quando Jesus
questiona a autenticidade da Lei, sua preocupação é acima de tudo, não torna-la
uma ferramenta burocrática, mas leva-la ao coração, onde ali se transforma em
atitudes de libertação. O cristão é chamado a viver diariamente esta autenticidade
da Palavra e por isso, conta, como vimos na primeira leitura, com o auxilio do
Espírito Santo. Até que ponto a escuta e a meditação da Palavra transforma a
sua consciência? O que a Palavra provoca de atitudes no seu dia? Quais atitudes
baseadas na Palavra são necessárias para viver o hoje?
11/06/2013
Os fundamentos da Espiritualidade Conjugal
Movimento das Equipes
de Nossa Senhora
Livro-Tema 2013: O caminho da vida espiritual em casal
Tema 4: Os fundamentos da Espiritualidade Conjugal
Pe. Kleber Rodrigues da Silva
A dinâmica formativa do Movimento
das Equipes de Nossa Senhora coloca-nos novamente numa esfera de compreensão e
assimilação dos alicerces da espiritualidade conjugal. É bom lembrar que a cada
mês a expressão “fundamentos” nos tornou familiar. Isto demonstra a importância
de construirmos uma base sólida em vista de um amadurecimento.
O participar enquanto casal deste
processo formativo deve despertar nos cônjuges uma alegria, bem como, uma
necessidade de aprofundar a cada mês o conhecimento e a vivência do amor
esponsal. A compreensão da conjugalidade dentro do âmbito de uma espiritualidade
abre ao casal uma esfera de responsabilidades. Em cada leitura assimilada todos
(casais e equipes) terão a tarefa de colocar frente a frente o seu dia a dia,
seu esforço diário, como lugar concreto da aplicação destes fundamentos da
espiritualidade conjugal.
O primeiro ponto importante para ser
compreendido, é a natureza divina e sacramental do matrimônio. Não nos
esqueçamos que a própria espiritualidade conjugal está inserida em Cristo, por
isso, o casal deve procurar refletir de que modo a vida de Jesus acontece no
seu cotidiano. Deste modo, é preciso compreender Cristo como uma referência
humana e divina. Percebo que muitos tem medo de estar com Ele, pois o concebem
como uma realidade distante.
A natureza divina de uma
espiritualidade conjugal convida o casal a manter esta necessidade de
relacionar-se com Deus. Quando sente (e cultiva) de fato esta busca, o casal,
tira o “peso burocrático” dos pontos concretos de esforço e passa a realizá-lo
com naturalidade. Esta mesma natureza dá ainda a sensação de que este esforço
diário de transformação é semelhante ao sangue que percorre nossas veias e
pulsa do coração. Quando isso não ocorre estamos fadados a morte.
Já a natureza sacramental do
matrimônio e consequentemente da conjugalidade possibilita expressar com
“sinais sensíveis a graça de Deus” acontecida na vida do casal. É quando vão
para a reunião de base, e no momento da Partilha têm a possibilidade de
oferecer aos outros casais as percepções desta sacramentalidade. Aqui
encontramos um outro dado fundamental daquilo que disse acima relacionado ao
“peso burocrático”. A Partilha da vivência mensal da conjugalidade cristã
carrega em si uma expressão sensível do “sacro”, do divino, do envolvido por
uma mística, do transpirar a presença de Deus. Escrevemos, anotamos, mas é
fundamental que haja por parte do casal uma “naturalidade sacramental” em
contar aos outros aquilo que foi acontecimento humano e divino dentro do
contexto da conjugalidade cristã. Parece-me que falta um pouco desta atitude:
naturalidade dos pontos concretos de esforço.
Eis um segundo ponto a ser considerado. Depois da natureza
divina e sacramental, uma espiritualidade conjugal desenvolve-se pela
naturalidade.
O casal ao viver a naturalidade de sua conjugalidade
carrega isso para o cotidiano. Construir a sinceridade das relações é a base que
os levou um dia a unirem-se sacramentalmente. Neste processo o casal descobre
as feridas que precisam ser curadas e os limites a serem carregados. Por isso,
os cônjuges devem perceber que a espiritualidade tem um dimensão de ascendência
(de voltar-se para o alto, para o divino) e uma introspecção (do voltar-se para
o coração, para sua humanidade). Aqui cabe uma pergunta: até que ponto, o
caminhar como equipista possibilita ao casal, mês a mês, vivenciar estes
olhares (para cima e para o interior de si)?
Não nos esqueçamos: uma conjugalidade cristã se constrói com
uma natureza divina e sacramental, além de uma naturalidade na qual o casal
lança os olhares para o alto e para o interno, provocando assim, no cotidiano
da espiritualidade um desejo de não permanecer no mesmo lugar, mas sempre dando
passos em vista da santificação.
10/06/2013
76ª Assembleia dos Bispos do Estado de São Paulo
76ª Assembleia dos Bispos do Estado de São Paulo
| Foto: Corredor do Seminário Bom Jesus - Padre Kleber |
Teve início na tarde desta segunda-feira, 10 de junho, em Aparecida-SP, no Seminário Bom Jesus (foto) a 76ª Assembleia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB (Estado de SP). Além dos bispos participam também os Coordenadores de Pastorais das Dioceses e alguns representantes dos Organismos ligados a Igreja. Como coordenador da equipe de liturgia da CNBB Sul 1, participo com a responsabilidade de organizar as celebrações. Neste ano, a temática da Assembleia aprofunda o Ano da Fé! É uma oportunidade dada por Deus, poder estar próximo dos sucessores legítimos dos Apóstolos (Bispos), bem como reencontrar colegas da caminhada eclesial.
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